Um relatório não é uma planilha para arquivar. É uma forma de acompanhar a trajetória de cada cursista e de decidir com fundamento o que fazer depois. E agora o Relatório integral de curso se adapta a você: você escolhe quais itens exportar e em que ordem, para que diga exatamente o que você precisa ler.
É o relatório mais completo do campus. Para cada usuário de uma sala reúne seu desempenho em conteúdos, atividades, avaliações, fóruns, SCORM e recursos LTI, somado ao progresso, ao tempo de uso e à última interação. Uma visão única, pensada para tutores e administradores, que junta em um só lugar o que normalmente está disperso.
Dito de outro modo: se você quer entender não só se alguém avança, mas onde se detém e quando deixou de entrar, este é o relatório. A novidade é que ele já não vem em um molde fixo: você o configura.
O que mudou: agora você o monta sob medida
NUEVO
✅Escolha quais itens são exportados
Você pode selecionar quais tipos de materiais incluir —só avaliações, só leituras, ou a combinação que precisar—. Leve em conta que cada item adiciona várias colunas (estado, data, nota, conforme o caso), então escolher bem também mantém o relatório legível.
NUEVO
🧩Ordene-os como no seu Programa
Você pode forçar a ordem das colunas para que sigam o índice do Programa, agrupando os itens por unidade e separador. Caso contrário, eles se agrupam por tipo de material. A diferença não é estética: com a ordem do Programa, o relatório se lê igual ao percurso que seus estudantes veem.
O que ele te mostra, item por item
| Avaliações | Estado, nota e data de cada tentativa |
| Atividades | Estado, nota e data |
| Debates | Quantidade de intervenções, estado e data por tema |
| Pesquisas | Data de realização |
| Textos e material de estudo | Estado e data de leitura |
| SCORM e recursos LTI | Estado e data de leitura |
E sempre, além dos itens que você escolher, cada usuário traz uma linha com seu panorama geral: grau de progresso total e progresso por unidade, tempo estimado de uso, primeira e última interação, e os avisos de acesso e de acompanhamento enviados, com data e hora. Você também pode acrescentar dados do aluno (e-mail, data de nascimento, data de cadastro na sala e dados adicionais).
Uma observação para ler bem os números: o tempo estimado de uso conta blocos de até 30 minutos entre cliques. Se alguém deixa a aba aberta, esse tempo ocioso não é somado.
Quatro formas concretas de usá-lo
🔎Ver onde o grupo trava (não em geral, mas no ponto exato)
Gere o relatório com a ordem do Programa, agrupado por unidade. Ao ler o progresso por módulos junto ao estado de cada item em ordem, saltam à vista as unidades onde o grupo emperra: uma avaliação que quase ninguém passou, um material que poucos leram. Isso te diz onde reforçar, com nome e sobrenome da unidade.
🎯Uma planilha de notas limpa
Se você só se interessa pelas notas, selecione unicamente avaliações e atividades. O relatório traz estado, nota e data de cada tentativa, sem o ruído do resto das colunas. Ideal para fechar notas ou revisar recuperações sem se perder entre centenas de campos.
🧭Detectar a tempo quem se desliga
Cruze tempo estimado de uso, última interação e os avisos de acompanhamento já enviados. Desse cruzamento sai a lista concreta de a quem escrever antes de que abandone, e com o dado de se já foi avisado ou não.
📋Levar o acompanhamento à reunião de equipe
Force a ordem do Programa: as colunas ficam na mesma ordem em que os estudantes percorrem os conteúdos, agrupadas por unidade e separador. Na reunião, toda a equipe lê a trajetória tal como acontece na sala, sem ter que traduzir nada.
⚠️Um relatório poderoso pede um pouco de cuidado
Ao integrar tantos dados, este relatório é muito extenso em colunas e registros. Para que seja ágil e fácil de ler, convém restringir unidades e usuários ao que você realmente vai analisar, e gerá-lo em horários de baixo uso do campus, para não afetar quem está trabalhando.
O dado pelo dado não basta
John Hattie resume bem quando lhe perguntam quão importantes são os dados para os docentes e como podem ser utilizados:
“Os dados são importantes, mas mais importante ainda é a interpretação que os docentes fazem desses dados, quão efetivas e validadas são essas interpretações que depois conduzem a melhorar ou mudar suas práticas educativas para que seus estudantes progridam. Se não há progressão, então os dados estavam errados ou a interpretação foi equivocada. Argumentei que superenfatizamos o conceito de dados, mas sem enfatizar o conceito de interpretação.”
O que transforma um relatório em uma ferramenta não é a quantidade de colunas, mas a decisão que ele habilita: a quem acompanhar, que unidade reforçar, quando intervir. Poder escolher o que incluir e ordená-lo como o seu Programa é, justamente, o que aproxima o relatório dessa decisão. Deixa de ser uma foto do que aconteceu para se tornar um mapa do que convém fazer.
Quer que pensemos juntos como configurá-lo para o seu caso? Escreva para soporte@educativa.com e vemos isso.
John Hattie, em entrevista com Camila Gottlieb. «Uso de datos y nuevas evaluaciones», + Aprendizaje, n.º 3, set. 2019.
Equipe educativa / Depto. de Suporte educativa